giselliletras.blogspot.com

Não solicitamos autorização de terceiros para a publicação de conteúdo neste blog. Caso alguém discorde de alguma publicação, entre em contato pelo e-mail giselliletras@gmail.com e solicite, com justificativa, a exclusão do material.
Mostrando postagens com marcador Cinema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cinema. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Resenha "O homem de aço"


POR Monica Giselli de Freitas
Título: Man of stell (O homem de aço), O primeiro filme do Superman que não traz como título nome do herói.

Lançamento: 12 de julho de 2013 (75° aniversário do primeiro Superman)

Gênero: ficção cientifica

Duração: 143 minutos

Direção: Zack Snyder

Produção: Christopher Nolan

Roteiro: David S. Gover Kurt Johnstad

Elenco: Henry Cavill, Amy Adams, Russell Crowe, Ayelete Zurer, Michael Shannon, Kevin Costner, Diane Lane, Christopher Meloni, Laurence Fishbume, Antje Traue.

Trilha sonora: Hans Zimmer

NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS

Percebe-se certa semelhança entre esse novo filme do Superman e os três últimos títulos do Batman – dirigidos por C. Nolan – todos apresentam cores escuras na fotografia, o que dá um aspecto sombrio e pessimista, um reflexo dos dias atuais? Quiçá. Aspecto este bem diferente de “Superman o retorno” (2006). Outra semelhança com os filmes do Batman é a tentativa de preencher o texto com simbolismo que são reforçados durante a narrativa, um exemplo, pode ser o S que deixa de ser a inicial de Super e passa a representar uma imagem que significa esperança no extinto planeta  Krypton, também há muitos simbolismos que remetem ao cristianismo como por exemplo a idade do herói que tem 33 anos e se rende ao exército deixando-se algemar e por se tornar no final do filme o salvador da humanidade.
O filme começa com os últimos momentos de Krypton. Jor-el (Russell Crowe) e Lara (Ayelete Zurer) pais biológicos de Kal-el/Clark Kent (Henry Cavill) ao perceberem que seu planeta estava a beira de um colapso buscam no Universo a salvação de seu filho - que representava a última esperança de seu povo – o bebê foi enviado à Terra trazendo em seu corpo o DNA de todos os futuros bebês de seu povo. Na Terra seus poderes seriam ampliados e ele seria visto como um Deus pelos humanos.
Na Terra Clark aparece como um andarilho de 33 anos que vive se escondendo por causa de seus poderes, conhecemos sua infância por meio de efeitos de analepse/flashback que o colocam em contato com seus pais terráqueos Johnatan (K. Costner) e Martha Kent (D. Lane).
Na segunda parte do filme o herói conhece a repórter Lois Lane (A. Adams) seu par romântico que se torna sua parceira na batalha contra o general Zod (M. Shannon) - assassino do pai biológico do herói- que invade a Terra para construir nela um novo lar para os Kryptonianos, querendo matar os terráqueos, mas Clark o impende matando-o depois de muita luta (exagero, mais de meia hora de luta) salvando assim a humanidade. No fim ele se adapta a vida humana e vai trabalhar com a sua parceira no “Jornal Planeta Diário”.





 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Resenha crítica do Filme World Trade Center "As Torres Gêmeas


Título: World Trade Center (As Torres Gêmeas)
Diretor: Oliver Stone
Gênero: drama histórico
Lançamento: 2006
Elenco: Nicolas Cage (McLoughlin), Michael Peña (Will Jimeno), Maria Bello (Donna) e Maggie Gyllenhaal (Allison)

As Torres Gêmeas, dirigido por Oliver Stone, lançado em 2006, filme dramático histórico, baseia-se nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, retratando o ponto de vista de dois personagens reais: o sargento McLoughlin (Cage) e o oficial Will Jimeno (Peña), policiais nova-iorquinos que ficaram presos nos escombros ao tentar ajudar a evacuar as torres que desabaram sobre eles. O filme retrata a dor e o sofrimento da família, o inferno que vivenciaram abaixo de toneladas de concreto e aço e a luta desesperada pela sobrevivência.

Acredita-se que a mensagem central do filme esteja na maneira do ser agir diante de situações trágicas e catastróficas, mesmo com tantas diferenças, raças, crenças, visões políticas, a tendência do ser  humano é se unir nos momentos de dificuldade.

Observa-se que o filme não apresenta culpados e nem constrói teorias de conspiração – algo que era de se esperar, já que é típico de Stone – ele simplesmente retrata, de forma um  tanto quanto maquiada,  a história destes dois policiais.

Percebe-se a tentativa do diretor de retratar o ocorrido sob  perspectivas estrangeiras, chega-se a essa conclusão, ao unir cenas do filme a equipe internacional com a qual o diretor trabalhou: o alemão Jan Roelfs (cenários), o israelense Seamus McGarvey (fotografias) e o escocês Craig Armstrong (trilha sonora).