giselliletras.blogspot.com

Não solicitamos autorização de terceiros para a publicação de conteúdo neste blog. Caso alguém discorde de alguma publicação, entre em contato pelo e-mail giselliletras@gmail.com e solicite, com justificativa, a exclusão do material.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Projeto: “Diversos gêneros Textuais: Leitura e interpretação”


CORPO DO PROJETO: “Diversos gêneros Textuais: Leitura, interpretação e produção textual”

APRESENTAÇÃO
O presente projeto terá grande importância para essa fase escolar do aluno, pois propõe ao aluno diversas maneiras de ler as palavras, ler os textos, ler a realidade, ler o mundo. Dá a oportunidade aqueles alunos que apresentam dificuldades de interpretar as coisas que lê, este aluno deve aprender a ser competente e não ler somente decodificando palavras, mas sim, construir significados a cada leitura feita. Após, cada leitura, ser capaz de emitir oralmente ou por escrito frases de opiniões, adquirindo assim o início de uma autonomia.
Diante deste exposto, as acadêmicas do 6° período de Letras da UNESC, apresentam este projeto para conhecimento, análise e posterior parecer.
Neste, são evidenciadas propostas para oficina de leitura, interpretação e produçao abrangendo diversos gêneros textuais, tendo como meta o atendimento aos educandos do 5° ano do Ensino Fundamental da E.E.E.F. Maria Aurora do Nascimento, buscando assim a melhoria no ensino-aprendizagem e consequentemente sanar as dificuldades de leitura e interpretação.
PROBLEMATIZAÇÃO
O bserva-se grande dificuldade de interpretar e de produção por parte dos alunos.
Como ajudar estes alunos, do 5°  ano do Ensino Fundamental da E.E.E.F. Maria Aurora do Nascimento, a superar as dificuldes de aprendizagem.
Quais os métodos  utilizados para aplicar os conteúdos de leitura as estes alunos que não conseguem o pleno desenvolvimento intelectual dentro de sala, como fazer destes antigos contúdos algo novo e significante para o aluno.
OBJETIVO GERAL
·            Realizar 30 horas de oficina de leitura com os alunos do Ensino Fundamental do 5° Ano da E.E.E.F. Maria Aurora do Nascimento.
·            Proporcionar aos educandos o aprimoramento da capacidade de leitura e interpretação para que tenham êxito no decorrer do ano letivo, visando a consecução dos objetivos, superando as dificuldades e permitindo ao aluno desenvolver sua caminhada rumo a estudos posteriores, garantindo assim melhor acompanhamento ao processo de ensino aprendizagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
·            Oferecer atividades pedagógicas, no contra-turno, para alunos com dificuldades de interpretação dos diversos gêneros textuais;
·            Promover estudos e pesquisas necessárias para a melhoria do processo ensino-aprendizagem;
·            Promover a superação de dificuldades de aprendizagem;
·            Estimular a curiosidade e o prazer em aprender, dando novos significados aos diferentes gêneros textuais;
·            Ampliar as possibilidades de resultados satisfatórios nas avaliações internas e externas.
CONTEÚDOS
5º ANO
Definição, leitura, interpretação e produção de vários gêneros textuais:
Fábulas - leitura, interpretação, produção e encenação
Cartas – produzir cartas pessoais
Folclore – produzir tapete ilustrativo
Contos – leitura e interpretação
Charges – leitura e interpretação
Tirinhas – produzir tirinhas
Cordel – leitura e reflexão
JUSTIFICATIVA
Não é possível trabalhar todas as dificuldades dos alunos no dia a dia dentro da sala de aula, o pré-adolescente deve ser conduzido e orientado para que consiga por meio de seus próprios esforços, chegar ao nível intelectual adequado.
Diante do exposto, fica evidente os objetivos inerentes ao processo educacional no que diz respeito ao ensino-aprendizagem, portanto este Projeto tem como finalidade ressaltar a importância e necessidade do trabalho de leitura e interpretação, com o objetivo de proporcionar aos educandos uma oportunidade de um maior aprofundamento nas dificuldades encontradas em aprender a ler e interpretar em sala de aula.
Contudo buscar-se-à para esse fim o desenvolvimento de um trabalho direcionado que será aplicado através de estudos práticos e técnicas condizentes com o contexto vivenciado pelos educandos, possibilitando-os a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e oferecer-lhes meios que possam dar condições para progredir em estudos posteriores, aspectos estes que estão em conformidade ao objetivo valorativo, ressaltado através do Artigo 22 da Lei 9.394 – LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e atendendo a Portaria nº. 1001/08/GE/SEDUC.
METODOLOGIA
O professor titular da disciplina fará a identificação dos alunos que tem dificuldades em ler e interpretar;
• Socialização junto aos alunos, familiares e Conselho Escolar;
• Organização das turmas, sendo:
5° anos do período matutino e vespertino assumidos no contra turno pelas acadêmicas Monica Giselli de Freitas e Ionara Damiani;
• Definição de horários (5°b segunda e quarta feira das 7h 30 min. às 9h 00min) (5°a quinta e sexta das 13h 30min ás 15h 00min);
Selecionar conteúdos a partir das dificuldades dos alunos;
• Executar as ações do projeto;
RECURSOS E TÉCNICAS DIFERENCIADAS
Dentro dos recursos que serão utilizados, pode-se citar alguns tais como quadro, livros de folclore, dicionários, materiais impressos, máscaras, envelope de carta, retalhos de pano para montar tapete ilustrativo, câmera para registrar as aulas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BORGATTO,  Ana,; BERTIN, Terezinha, MARCHEZI,  Vera. Tudo é Linguagem. São Paulo: Ática, 2007.
BELTRÃO. Eliana Santos. Diálogo. São Paulo: FTD, 2009.
SOARES, Magda. Português: uma proposta para o letramento. São Paulo: Moderna, 2002.
AVALIAÇÃO
A avaliação desse projeto será contínua, levando em conta o interesse, a participação e o rendimento de cada educando, sociabilidade, criatividade, relato do processo: dificuldades, experiências e descobertas.   

 


1 – IDENTIFICAÇÃO
 
1.1  – TÍTULO DO PROJETO

Projeto “Diversos gêneros Textuais: Leitura, interpretação e produção textual”

Abrangência: Ensino Fundamental 5° Ano

 
1.2  – NOME DAS ACADÊMICAS
Ionara S. Damiani e Monica Giselli de Freitas.

1.3  – LOCAL DE REALIZAÇÃO

E.E.E.F. MARIA AURORA DO NASCIMENTO

ENDEREÇO: TRAVESSA ANCHIETA Nº. 1145

TELEFONE: (069) 441-3700


www.escolamariaaurora.blogspot.com


1.4  - DATA

 

14 DE OUTUBRO DE 2013.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O que é leitura - Maria Helena Martins (fichamento)

MARTINS, Maria helena. O que é leitura. SP: Brasiliense, 2003. 93 páginas.

CITAÇÕES

"Ninguém ensina ninguém a ler; o aprendizado é, em última instância, solitário, embora se desencadeie e se desenvolva na convivência com os outros e com o mundo." p 12

"[...] aprendemos a ler a partir do nosso contexto pessoal. E temos que varolizá-lo para poder ir além dele." p. 15

"[...] o leitor pre-existe à descoberta do significado das palavras escritas [...]" p. 17

"[...] de o mundo estar ao nosso alcance; não só podemos compreendê-lo, conviver com ele, mas até modificá-lo à medida que incorporamosexperiências de leitura." p.17

"[...] seja quem for o leitor, o ato de ler sempre estará ligado a essas condições, precárias ou ideais." p. 21

"[...] ampliar a noção de leitura pressupõe transformações na visão de mundo geral e na cultura em particular. " p. 29

" A leitura vai [...] alémdo texto [...]  e começa antes do contato com ele. O leitor assume papel atuante, deixa de ser mero decodificador ou receptor passivo. E o contexto geral em que ele atua, as pessoas com quem convive passam a ter influência apreciável em seu desempenho na leitura." p. 32- 33

"[...] dar sentido a um texto implica sempre levar em conta a situação desse texto e de seu leitor." p. 33

"[...] a noção de texto [...] é ampliada, não mais fica restrita ao que está escrito, mas abre-se para englobar diferentes linguagens." p. 33

" [...] aprender a ler significa também aprender a ler o mundo, dar sentidos  a eles e a nós próprios, o que, [...] fazemos mesmo sem ser ensinados. " p.34

" A função  do educador não seria necessariamente de ensinar a ler, mas a de criar condições para o educando realizar a sua própria aprendizagem [...]" p. 34

[...] três níveis básicos de leitura [...] sensorial, emocional e racional.  Cada um desses três níveis corresponde a um modo de aproximação ao objeto lido [...] esses três níveis são inter-relacionados, senão simultâneos mesmo sendo um ou outro privilegiado [..]" p. 36 e 37
obs: são privilegiadas de acordo com o interesse, a experiência do leitor e as condições do contexto em geral.

"[...] leitura sensorial começa [...] muito cedo e nos acompanha por toda vida." p. 40

" A leitura sensorial vai [...] dando o conhecer ao leitor o que ele gosta ou não, mesmo inconscientemente [...] apenas porque impressiona a vista, o ouvido, o tato e o paladar." p. 42

"[...] quando uma leitura [...] nos faz ficar alegres ou depreimidos, desperta a curiosidade, estimula a fantasia, provoca descobertas, lembranças [...]deixamos de ler apenas com os sentidos para entrar em outro nívelde leitura - o emocional." p. 48

" Importa [...] na leitura racional, salientar seu carater eminantemente reflexivo e dialético [...]" p. 66

" Não se deve [...] supor a existência isolada de nenhum desses três níveis. Talvez haja [...] a prevalencia de um ou outro. Mas, creio mesmo ser muito difícil  realizar apenas uma leitura sensorial, emocional ou racional [...] " p 77

" [...] cada um precisa buscar o seu geito de ler e aprimorá-lo para a leitura se tornar cada vez mais gratificante." p. 85

A importância do ato de ler - Paulo Freire (fichamento)

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2003. 45p.

" Acompreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto." p. 13
 
"A decifração da palavra fluía naturalmente da leitura do mundo particular." p. 24
 
"Os alunos não tinham que memorizar mecanicamente a descrição do objeto, mas apreender a sua significação profunda." p. 31
 
 " O fato de ele [o educando] necessitar da ajuda do educador, ocorre em qualquer relação pedagógica, não significa ajuda do educador anular a criatividade e a sua responsabilidade na contrução de sua linguagem escrita e na leitura desta linguagem." p. 38

"[...] a leitura da palavra não é apenas precedida pela leitura do mundo, mas por uma certa forma de "escrevê-lo" ou de "reescrevê-lo", quer dizer de tranformá-lo através de nossa prática consciente." p. 40-41

" [...] reflexões em torno da importância do ato de ler, que implica sempre percepção crítica, interpretação e "re-escrita" do lido[...]" p.44

 


O seminarista - Bernardo Guimarães

Por Monica Giselli

A obra possui caracteríticas do Romantismo, por exemplo o amor à natureza observado em vários trechos da obra, os sonhos, sentimentalismo, subjetividade, idealização da mulher (Margarida) e a posição da mulher sempre ao extremo é vista ora como anjo e ora como demônio sedutor, uma das características mais marcantes do Romantismo apresentadas na obra é a luta pelo amor impossível, os fatos separam o casal e estes buscam durante toda a trama viver esse amor.
ELEMENTOS DA NARRATIVA
 
Narrador: 3° pessoa.
Tempo: cronológico.
Espaço: ar livre, a casa de Eugênio, o seminário e o quarto de Margarida.
 
Ambiente: No ar livre percebe-se um ambiente de amizade e posteriormente de amor;
                  Na casa percebe-se um ambiente de submissão;
                  No seminário observa-se um ambiente triste e cheio de conflitos psicológicos;
                  No quarto de Margarida encontra-se um ambiente de amor, medo e pecado.
 
Personagens: Eugênio o herói. Rapaz calmo e submisso que vai para o seminário. Ele gosta da vida eclisiástica, mas nutre uma intensa paixão. É considerado uma personagem plana, ou seja, que é previsível e matem a mesma personalidade durante toda a trama;
                      Margarida a heroína, moça muito bonita que é apaixonada por Eugênio e é fiel a ele até a morte, tmbém é considerada uma personagem plana;
                      Umbelina a mãe de Margarida, personagem plana;
                      Sr. e Sra. Antunes compadres de Umbelina e pais de Eugênio, são considerados personagens redondos, ou seja, imprevisiveis. No inicio da narrativa eles consideram Umbelinda como amiga e cuidam dela no final a abandonam, são extremamente beatos e mandam Eugênio para o seminário e usam da mentira para submetê-lo a tomar ostes.
 
Enredo: O amor de Eugênio e Margarida nasce ainda na infância. Sabendo ele que iria para o seminário jura que ela será a primeira que ele irá ouvir em confissão, ela retribui o juramento jurando esperá-lo para se confessar. Eugênio parte para o seminário, onde se destaca pela disciplina e inteligência, sempre recatado e pensativo, pensa sempre na querida amiga de sua infância e dedica a ela poesias, quando o padre descobre estas poesias o recrimina e o menino inocente não consegue compreender que mal tem escrever poesias para a sua querida amiga. Os anos passam e ele regressa de férias a casa de seus pais, ao ver Margarida já moça sua reprimida paixão se ascende e os dois começam a se encontrar e namorar escondidos, ele decidi que não mais quer se tornar padre e comunica sua mãe que fica muito enraivecida e se lembra de uma passagem da infância de seu filho (a famosa passagem da serpente, na qual Margarida ainda muito pequena hipnotisa uma serpente), a sra. Antunes passa a ver Margarida como o demônio que quer seduzir seu filho e o obriga a voltar para o seminário, ele muito submisso volta, mas  volta decidido a não se ordenar pelo menos até descobrir que Margarida está casada e então desgostoso resolve se tornar padre. Quando sai do seminário, já padre, ele é chamado para confessar uma moribunda ao chegar na casa percebe que era Margarida que confessa tê-lo esperado sempre fiel, então Eugênio descobre que aquilo foi armação de seus pais que mentiram para ele e expulsaram a mãe e a moça de suas terras, descobre ainda que ela ficou doente ao saber que ele se tornara padre. Ao descobrir que foi enganado por seus pais e que sua amada não o traiu ele cai em tentação e fica com ela naquela noite, tornando-se um padre pecador. Na manhã seguinte, dia de sua primeira missa, chega na igreja um caixão, o caixão de sua amada, ao vê-la morta ele enlouquece.
 


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Seminário de Libras


Aconteceu na última sexta feira, 4 de outubro de 2013, no auditório da UNESC – Faculdades Integradas de  Cacoal- o Seminário de Libras, realizado pelos acadêmicos do 4° período de Pedagogia. Primeiramente gostaria de aproveitar a oportunidade para  parabenizar os acadêmicos pela grandeza do evento tanto na decoração (com direito a lembrancinha) quanto no conteúdo que contribui imensamente para  o conhecimento e formação dos presentes e também pela coragem dos oradores (pois o auditório estava cheio). Parabenizo também a educação daqueles que permaneceram até o termino da apresentação.

Os acadêmicos deram início ao seminário discorrendo acerca do símbolo de luta e conquista dos surdos, o laço azul, usado pela primeira vez na Austrália em homenagem aos soldados surdos que participaram da segunda Guerra Mundial que usavam uniformes azuis se tornando assim alvos fáceis de serem identificados.

Relataram a triste história dos surdos, na Idade Média eles eram considerados seres incapazes e eram muitas vezes sacrificados, quando não, não podiam casar, ter filhos e nem receber herança, foi nessa época que teve início a oralização do surdo (impor ao surdo a fala), os filhos de nobres eram submetidos a esse processo para poderem ter direito a sua herança. Muitos surdos morreram nas mesas de cirurgia na tentativa de torná-los humanos, cientistas tentavam diversos tratamentos para “desentupir” os ouvidos, o que ocasionavam traumatismo craniano levando-os a óbito.

Falaram a respeito das lutas enfrentadas e que ainda enfrentam para ganhar espaço na nossa sociedade, tão preconceituosa, processo este que está acontecendo lentamente, muito lentamente. Falaram ainda acerca de alguns temas relacionados à cultura surda como por exemplo, a comunidade surda, alguns mitos e crenças, a gramática surda, a educação escolar para surdos, a identidade do surdo (alguns surdos tem orgulho em ser surdo outros não aceitam a surdez), a importância da Libras para a comunidade surda e outros temas relacionados.

A palestra contou ainda com a interpretação de três músicas que ajudaram para animar a platéia que também participou da interpretação de uma das músicas (ou pelo menos tentou). O seminário teve a duração de três horas, vale enfatizar, contribuiu para a formação daqueles que abraçam esta causa e para a conscientização dos demais.

Grata pela contribuição,

Cordialmente Monica Giselli de Freitas, acadêmica do 6° período de Letras.

 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Resenha "O homem de aço"


POR Monica Giselli de Freitas
Título: Man of stell (O homem de aço), O primeiro filme do Superman que não traz como título nome do herói.

Lançamento: 12 de julho de 2013 (75° aniversário do primeiro Superman)

Gênero: ficção cientifica

Duração: 143 minutos

Direção: Zack Snyder

Produção: Christopher Nolan

Roteiro: David S. Gover Kurt Johnstad

Elenco: Henry Cavill, Amy Adams, Russell Crowe, Ayelete Zurer, Michael Shannon, Kevin Costner, Diane Lane, Christopher Meloni, Laurence Fishbume, Antje Traue.

Trilha sonora: Hans Zimmer

NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS

Percebe-se certa semelhança entre esse novo filme do Superman e os três últimos títulos do Batman – dirigidos por C. Nolan – todos apresentam cores escuras na fotografia, o que dá um aspecto sombrio e pessimista, um reflexo dos dias atuais? Quiçá. Aspecto este bem diferente de “Superman o retorno” (2006). Outra semelhança com os filmes do Batman é a tentativa de preencher o texto com simbolismo que são reforçados durante a narrativa, um exemplo, pode ser o S que deixa de ser a inicial de Super e passa a representar uma imagem que significa esperança no extinto planeta  Krypton, também há muitos simbolismos que remetem ao cristianismo como por exemplo a idade do herói que tem 33 anos e se rende ao exército deixando-se algemar e por se tornar no final do filme o salvador da humanidade.
O filme começa com os últimos momentos de Krypton. Jor-el (Russell Crowe) e Lara (Ayelete Zurer) pais biológicos de Kal-el/Clark Kent (Henry Cavill) ao perceberem que seu planeta estava a beira de um colapso buscam no Universo a salvação de seu filho - que representava a última esperança de seu povo – o bebê foi enviado à Terra trazendo em seu corpo o DNA de todos os futuros bebês de seu povo. Na Terra seus poderes seriam ampliados e ele seria visto como um Deus pelos humanos.
Na Terra Clark aparece como um andarilho de 33 anos que vive se escondendo por causa de seus poderes, conhecemos sua infância por meio de efeitos de analepse/flashback que o colocam em contato com seus pais terráqueos Johnatan (K. Costner) e Martha Kent (D. Lane).
Na segunda parte do filme o herói conhece a repórter Lois Lane (A. Adams) seu par romântico que se torna sua parceira na batalha contra o general Zod (M. Shannon) - assassino do pai biológico do herói- que invade a Terra para construir nela um novo lar para os Kryptonianos, querendo matar os terráqueos, mas Clark o impende matando-o depois de muita luta (exagero, mais de meia hora de luta) salvando assim a humanidade. No fim ele se adapta a vida humana e vai trabalhar com a sua parceira no “Jornal Planeta Diário”.





 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Resenha crítica do Filme World Trade Center "As Torres Gêmeas


Título: World Trade Center (As Torres Gêmeas)
Diretor: Oliver Stone
Gênero: drama histórico
Lançamento: 2006
Elenco: Nicolas Cage (McLoughlin), Michael Peña (Will Jimeno), Maria Bello (Donna) e Maggie Gyllenhaal (Allison)

As Torres Gêmeas, dirigido por Oliver Stone, lançado em 2006, filme dramático histórico, baseia-se nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, retratando o ponto de vista de dois personagens reais: o sargento McLoughlin (Cage) e o oficial Will Jimeno (Peña), policiais nova-iorquinos que ficaram presos nos escombros ao tentar ajudar a evacuar as torres que desabaram sobre eles. O filme retrata a dor e o sofrimento da família, o inferno que vivenciaram abaixo de toneladas de concreto e aço e a luta desesperada pela sobrevivência.

Acredita-se que a mensagem central do filme esteja na maneira do ser agir diante de situações trágicas e catastróficas, mesmo com tantas diferenças, raças, crenças, visões políticas, a tendência do ser  humano é se unir nos momentos de dificuldade.

Observa-se que o filme não apresenta culpados e nem constrói teorias de conspiração – algo que era de se esperar, já que é típico de Stone – ele simplesmente retrata, de forma um  tanto quanto maquiada,  a história destes dois policiais.

Percebe-se a tentativa do diretor de retratar o ocorrido sob  perspectivas estrangeiras, chega-se a essa conclusão, ao unir cenas do filme a equipe internacional com a qual o diretor trabalhou: o alemão Jan Roelfs (cenários), o israelense Seamus McGarvey (fotografias) e o escocês Craig Armstrong (trilha sonora).